Um irmão americano postou hoje no site social de x.com:
Pode-se argumentar que as igrejas de Cristo são as mais unicamente americanas de todas as seitas religiosas, e o ponto final lógico da Cristandade e da Reforma.
Fiquei com vergonha ao ler esta afirmação. Demonstra uma falta de compreensão tão grande da natureza da igreja de Deus ─ uma falta que aparece também nas congregações brasileiras.
Mostra também uma atitude de superioridade ─ de arrogância mesmo ─ e uma igualação da igreja com as denominações. Ele está dizendo: somos os melhores, somo a “seita” mais correta, mais pura, mais verdadeira de todas.
O irmão dá a entender que nosso “movimento” começou nos EUA. Grande engano. Pensa que a igreja surgiu do meio do protestantismo corrupto. Grande engano. Pensa que somos o melhor grupo (ele usa o termo: seita) de todos. Grande engano.
Somos nós, “as igrejas de Cristo”, o “ponto final lógico” de toda a cristanidade e da Reforma? Melhor seria enxergar que a igreja de Deus surgiu na mente eterna dele e que o Soberano faz surgir em muitos lugares e épocas o seu povo para representá-lo no mundo.
Chamo atenção à citação acima, porque expressa a atitude de boa parte da irmandade. Se é isso que nós somos, merecemos o maior castigo de Deus que é reservado ao homem.
Repudio nos termos mais fortes esse sentimento. Quem se compromete unicamente com as Escrituras Sagradas sente nojo diante de essa atitude. Tais expressões não são dignas dos santos de Cristo.
Parabéns aos irmãos que querem que a igreja de Deus seja aquilo que o irmão acima expressou. Vão ser os primeiros a entrar no Reino eterno, talvez os únicos. Pelo jeito, são a maioria entre nós.