A leitura pública das Escrituras
Até a minha chegada, dedique-se à leitura pública das Escrituras, à exortação, ao ensino. 1Timóteo 4.13 NAA.
A resistência à leitura da Bíblia nas nossas reuniões aos domingos é impressionante, considerando que afirmamos ser o povo da Palavra de Deus.
Dificilmente nas nossas congregações lemos a Bíblia como ato em si – ela somente serve para outros atos de adoração, como prefácio da ceia, da oferta, etc. Mas há instrução para a leitura como ato em si.
Paulo instruiu Timóteo para ler publicamente as Escrituras, não porque a maioria não tinha acesso a elas, mas porque era sempre ato, primeiro ato, do povo de Deus reunido na sua presença. Há precedentes dessas leituras no Antigo Testamento, como nas festas e em momentos de reforma ou renovação espiritual.
As sinagogas eram centros de leitura e estudo da Lei de Deus e é mencionado que Jesus leu as Escrituras em público, Lucas 4.16-30.
Quando a congregação no Urbanova se iniciou, era prática fazer três leituras: uma do Antigo Testamento; outra, uma seleção dos quatro evangelhos; e a terceira escolhida de Atos a Apocalpse. A escolha específica ficava a critério do leitor ou por sugestão do mensageiro do dia.
Essa é uma de várias maneiras de incluir propositalmente a leitura pública das Escrituras nas congregações, para que todos ouçam e acolham nos seus corações a Palavra do Senhor.
O nosso povo só tem a ganhar com essa prática.