Boas obras evidentes

(…) as boas obras são bem evidentes, e mesmo aquelas que não são tão evidentes não poderão ficar escondidas para sempre. 1 Timóteo5.25 VFL.
Ver o comentário da meditação anterior sobre os vv. 24-25.

O homem avalia as pessoas, necessariamente, para indicá-las para os trabalhos do Reino e as funções dentro da congregação. Não deve haver pressa neste processo, v. 22. 

Mesmo assim, sem conhecermos o coração e sem podermos precisar todos os detalhes, Deus nos confiou esta responsabilidade. Façamos o máximo para usar critérios bons e justos, Mateus 7.1ss; João 7.24. Não podemos ser nem críticos demais, nem ingênuos demais.

Esperamos que outros nos julguem assim. Mas alguns nos condenarão pela nossa fidelidade. 

Devemos nos lembrar que, no final das contas, quem julga é Deus. Ele nos justificará. Com tempo ele revelará as boas obras. 

O juízo justo de Deus glorificará ao seu nome no último dia e, se formos fiéis e frutíferos no Reino, a nós também.