Terreno ainda em jogo

Tínhamos dado por encerrado o destino do terreno em Taubaté. Mas o presbitério nos comunicou que gostaria que o terreno fosse usado, sim, para o trabalho na cidade.

Preocupação nossa é que os irmãos em Embu-Guaçu pensem que fizêssemos uma campanha junto ao presbitério para ficarmos com o terreno, o que realmente não aconteceu. Iniciamos o trabalho em Taubaté sem pensar nele, e continuamos fazendo assim.

Nosso plano no início tem sido o de trabalhar nas casas e reunimo-nos nos primeiros meses na casa de Clayton de Valéria. Quando o câncer dela tornava inconveniente o uso da sua casa, fomos, por falta de opção, a um salão de hotel, onde continuamos até o presente.

Temos irmãs que moram perto do terreno, e isso serve, em primeiro momento, como certa motivação para pensar que o terreno poderia ser útil, mas estão sendo estudadas várias opções, junto com o presbitério da Nove, de como melhor aproveitar desse bem.

Por isso, pedimos orações por uma decisão sábia que sirva ao reino de Deus.

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