Se Deus nos criou, ele é quem sabe como devemos nos conduzir na vida. Por isso, o salmista pede entendimento dos seus mandamentos, 73.

Descrição excelente do povo de Deus é os que têm temor dele, 74, 79. Ao considerar o relacionamento com Deus, por meio da sua palavra, e a oposição dos arrogantes, o salmista logo pensa no relacionamento com o povo do Senhor. Há reciprocidade, pois eles se alegrarão com a fidelidade do salmista e ele, por sua vez, espera receber apoio deles em demonstração de solidariedade.

A fidelidade de Deus se revela conforme a sua justiça, 75, que castiga quem se desvia do caminho. A fidelidade do salmista se demonstra em colocar a sua esperança na palavra do Senhor, 74.

Não há dúvida de que o Senhor age por amor, 76. Esta verdade serve como consolo em todos os momentos. O amor de Deus nunca compromete a sua justiça.

O salmista pede que Deus cuide dos arrogantes, 79, ao invés de tomar justiça nas próprias mãos. Seu papel é meditar (e aplicar) nos preceitos do Senhor.

A integridade protege da humilhação, 80. Assim, ninguém pode apontar incoerências ou pecados na vida como sinais de insinceridade ou hipocrisia.


Reflexão

Quais são as implicações de termos sido criados por Deus? O que significa que as mãos de Deus nos formaram?

Como identificar os que têm temor a Deus? O que tal pessoa faz, como ela fala, como age?

De que maneira o amor de Deus é consolo para o justo?

Orar

Soberano Criador, dê-me entendimento para que eu tenha a vida que o Senhor quer me dar, para que eu viva conforme seu propósito.

Pai, quero conhecê-lo mais e mais como Deus justo, fiel, amoroso e misericordioso.

Obrigado pela ajuda do seu povo, que eles possam estar sempre próximos com seu apoio. Que a minha vida em Cristo os anime na sua fé.