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Estudos bíblicos

5 lições da rebelião de Corá

A história em Nm 16-18, sobre a rebelião de Corá, Datã e Abirão contra Arão e Moisés, nos ensina várias lições. Em jogo é a submissão necessária à autoridade estabelecida por Deus.

  1. Os rebeldes contra Deus se gabam de ser pessoas santas e de contar com a presença e a aprovação de Deus no que fazem, Nm 16.3. Acusam os que fazem a obra de Deus de fazerem mal ao povo de Deus e de serem autoritários, Nm 16.13-14.

  2. A influência dos rebeldes espalha no meio do povo. A rebelião começou com Corá. Com ele morreram 250 homens, Nm 16.35. No final, foram 14.700 que caíram por causa da praga que Deus mandou entre o povo que se ajuntou com Moisés e Arão, Nm 16.42-50. É por isso que Jesus manda tirar os pecadores do meio da igreja, 1Co 5.1-13; cp. Dt 13.10-11.

  3. Deus defende os seus servos. Estes, de certa forma, não precisam se defender, pois “O Senhor defenderá o seu povo” Sl 135.14. Precisamos, sim, defender o evangelho, Fp 1.17, mas devemos lembrar que Deus é nosso defensor, Sl 91.2; Sl 37.

  4. A rebelião contra a autoridade estabelecida por Deus é um pecado seríssimo. A rebelião resulta em destruição, Nm 16.23-35. Na nova aliança, os apóstolos e profetas que escreveram o Novo Testamento representam para nós a autoridade nas coisas espirituais. Infelizmente, existem muitos como Corá hoje que desafiam e “desprezam a autoridade” divina, 2Pe 2.10; Jd 11; cp Rm 13.2; Hb 13.17. E aquele que recusa a reconhecer a autoridade de Deus? “(…) que ninguém dê atenção a essa pessoa” 1Co 14.37-38 NTLH.

  5. Hoje, Cristo tem toda autoridade, Mt 28.18; Jd 25. Vivemos como servos submissos e obedientes ao Senhor Jesus no seu Reino, Ef 5.5. Oramos a Deus como o Soberano Senhor a quem nos sujeitamos em todas as coisas conforme a sua vontade, At 4.24; Ap 6.10; cp. Hb 5.7; Sl 123.2. “(…) devemos submeter-nos ao Pai dos espíritos, para assim vivermos!” Hb 12.9; cp. Tg 4.7.

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