todos são iguaisde Rick Kelley, artigo traduzido com permissão

“E de um sangue ele fez toda nação humana” (Atos 17.26).

Tive a felicidade de crescer numa área culturalmente diversa. A região de Chicago atrai gente com uma visão global. Combinado com a influência espiritual dos pais, isto me levou há muito tempo à conclusão de que o racismo era um mal intrínseco. Fiquei chocado ao aprender que, em alguns lugares, pessoas de cor de pele diferente não adoravam a Deus juntos. Que anti-cristão isso!

O pregador Foy Wallace, Jr., falou de uma visita que fez com seu filho ao Departamento de Análise de Sangue, em Washington, D.C. Avanços recentes na patologia na época (nos anos 40) estavam mudando a ciência da criminologia. Durante a visita ele perguntou se a “raça” de uma pessoa podia ser identificada por meio do sangue. Recebeu a resposta definitiva: Não. Poderia determinar, sim, se pertencia a um ser humano ou a um animal (God’s Prophetic Word, pág. 17).

No seu livro recente, Ken Ham afirma: “Os geneticistas descobriram que, se escolhêssemos duas pessoas de qualquer parte do mundo, as diferenças genéticas básicas entre as duas seriam na ordem de 0,2 por cento, mesmo oriundas do mesmo grupo de gente” (One Race, One Blood: A Biblical Answer to Racism, pág. 112).

A dedução de Ham é digna de confiança: “A teoria de Darwin tem influenciado toda a planeta e o ensino da evolução realmente tem redefinido o termo ‘raça’” (pág. 112).

Não existe apoio bíblico ou científico para o racismo de qualquer tipo. Tampouco deve existir, especialmente, entre o povo de Deus.